Nome
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Cargo/Contato
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Francisco Pereira da Costa
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Presidente
E-mail: franciscopereira@gmail.com
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Wlisses
James de Farias Silva
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Vice-presidente
E-mail: wlissesjames@gmail.com
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Sérgio Roberto Gomes
de Souza
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Secretario Geral
E-mail: tesesergio@gmail.com
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Altaiza Liane
Marinho
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Primeira Secretaria
E-mail: izamarinho1@gmail.com
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Tânia Mara Rezende Machado
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Segunda Secretaria
E-mail: taniamararm@yahoo.com.br
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Francisco Bento da
Silva
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Primeiro Tesoureiro
e-mail: chicobento_ac@yahoo.com.br
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Flavia Rodrigues da Rocha
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Segunda Tesoureira
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terça-feira, 11 de dezembro de 2018
NOVA DIRETORIA ANPUH - ACRE
Nova Diretoria da Anpuh Acre - biênio 2018/2020
Prezados/as, a ANPUH Acre elegeu e empossou no ultimo dia 30 de novembro a sua nova diretoria para o biênio 11/2018-11/2020 (em anexo). A nova diretoria tem desafios importantes para esse próximo período diante das propostas deletérias do novo governo como a chamada "escola sem partido" que afronta a liberdade de cátedra dos professores; a ideia de "ensinar a historia correta" sobre o golpe de 64, entre outras. Temos ainda a reforma do Ensino Fundamental e Médio com a nova BNCC e outras questões que ensejarão nossas manifestações. Com ajuda de todos, debates e parcerias necessarias avançaremos .
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Nota de repúdio da Anpuh Acre
Associação
Nacional dos Professores de História – Secção Acre, ANPUH-ACRE
NOTA DE REPÚDIO
A Associação dos Professores de História – Secção Acre, ANPUH-ACRE,
vem de público manifestar repúdio contra a ameaça do discente RONAN MATOS do
Curso de Licenciatura em História (matutino), que no dia das eleições, 28.10.2018,
postou em sua rede social, sua imagem segurando uma arma de alto calibre, mesmo
que, depois tenha alegado ser de brinquedo, mas, em clara ameaça aos docentes
da Universidade Federal do Acre, uma vez que, não se dirigiu, especificamente,
aos docentes da História. Ameaçou ele: “Segunda feira tem aula né?”, de arma em
punho.
Este ato se reveste de ameaça e manifesta violação aos
direito de livre manifestação e expressão do pensamento, da pesquisa e do
ensino, no âmbito da Universidade Federal do Acre. Ontem (31.10.2018) o Supremo
Tribunal Federal – STF, por unanimidade defendeu e ratificou a liberdade de
expressão no âmbito acadêmico, a liberdade de cátedra, condenando de forma veemente
o patrulhamento ideológico e as ameaças.
A intimidação é uma prática fascista, de quem não tem
argumento, não respeita nem perfila suas práticas dentro das regras básicas de
civilidade, sequer do Estado Democrático de Direito.
Nesse sentido, ratificamos o repudio ao discente RONAN MATOS e
requeremos apuração interna dos fatos pela coordenação do referido curso e pela
reitoria da Universidade Federal do Acre. E que a UFAC acione o Ministério
Público Federal e Polícia Federal, com intuito de restabelecer a normalidade
das atividades acadêmicas e garantir o livre exercício das atividades
acadêmicas dos professores.
Rio Branco - Acre, 06 de novembro de 2018.
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
domingo, 19 de fevereiro de 2017
CARTA ABERTA PELA OBRIGATORIEDADE DA HISTÓRIA NO ENSINO MÉDIO
A História, como disciplina escolar, integra o currículo do ensino brasileiro desde o século XIX. Sua presença, considerada fundamental para a formação da cidadania, foi gravemente ameaçada no período da Ditadura Militar, quando se deu a diluição da História na instituição dos Estudos Sociais. A Medida Provisória nº 746/16, aprovada pelo Congresso Nacional, que instaura a Reforma do Ensino Médio, comete grave equívoco ao omitir do texto legal qualquer referência à disciplina, e, principalmente, ao excluí-la da relação de componentes curriculares obrigatórios, instalando fortes incertezas sobre a presença da História nesse nível de ensino. Não menos preocupante é o rebaixamento das exigências para o exercício da profissão docente, ao permitir a admissão de "profissionais com notório saber". Além disso, na prática, a Reforma do Ensino Médio está sendo subordinada a um documento (BNCC) que ainda não está concluído, cujo conteúdo final é desconhecido, e que está indicado como referência para a formação de professores. Diante do exposto, a Associação Nacional de História – ANPUH-Brasil, contesta a aprovação da Reforma do Ensino Médio sem consultar a sociedade, em particular, os professores. E reivindica, com muita ênfase, a clara definição da História como componente curricular obrigatório no Ensino Médio.
Atenciosamente,
Diretoria da ANPUH Brasil
P.S.: Esta carta foi enviada ao Presidente da República, ao Chefe da Casa Civil, ao Ministro da Educação, à Secretária Executiva do Ministério da Educação e ao Secretário de Educação básica do Ministério da Educação.
O DESMONTE DO ENSINO MÉDIO
Por Ana Júlia Ribeiro*
O Senado aprovou, na noite da quarta-feira 8, a Medida Provisória 746, conhecida como a (contra)reforma do ensino médio. Será um dia triste para a rede pública de ensino. O governo que chegou ao poder sem voto popular mais uma vez passou por cima da opinião pública e ignorou a luta realizada pelos estudantes secundaristas e universitários.
Como um governo impopular consegue aprovar todas as suas propostas?
A MP também defende o professor com notório saber, mas esquece, propositalmente, de que, hoje, cerca de 50% dos mestres não têm formação específica nas áreas em que atuam e que esse fato prejudica muito a qualidade do ensino. Em seu texto original, a MP 746 retira a obrigatoriedade de quatro disciplinas – filosofia, sociologia, artes e educação física. Assim, reafirma definitivamente que a reforma do ensino médio atende ao objetivo de sucumbir o aprendizado crítico do estudante de escola pública.
Está mais do que claro que a nossa democracia, há algum tempo, tem sido ignorada e descartada com falsas legalidades e desrespeitos à Constituição Federal. Não podemos, porém, desanimar nem desistir. Não podemos ceder aos retrocessos promovidos por quem pretende se apropriar dos direitos do povo.
A MP de Mendonça Filho passou no Senado
Encaminhem as propostas às respectivas Secretarias de Educação e de forma alguma recuem. Pressionem os governos estaduais até que eles abram o diálogo e estejam dispostos a conversar e elaborar um projeto de escola em parceria conosco. Agora é a hora de mostrarmos tudo o que vivemos nas ocupações. Depois de termos passado por noites de tensão, em decorrência da repressão e das ameaças feitas todos os dias, depois de noites sem dormir por estarmos preocupados com a segurança uns dos outros e por planejar a todo instante como a escola poderia se tornar um ambiente de convivência saudável, muitos aprendizados e descobertas ficaram evidenciados. Ficou mais do que comprovado que temos o direito e o dever de participar da elaboração e discussão de um novo sistema de ensino para o País.
O Senado aprovou, na noite da quarta-feira 8, a Medida Provisória 746, conhecida como a (contra)reforma do ensino médio. Será um dia triste para a rede pública de ensino. O governo que chegou ao poder sem voto popular mais uma vez passou por cima da opinião pública e ignorou a luta realizada pelos estudantes secundaristas e universitários.
Como um governo impopular consegue aprovar todas as suas propostas?
A MP também defende o professor com notório saber, mas esquece, propositalmente, de que, hoje, cerca de 50% dos mestres não têm formação específica nas áreas em que atuam e que esse fato prejudica muito a qualidade do ensino. Em seu texto original, a MP 746 retira a obrigatoriedade de quatro disciplinas – filosofia, sociologia, artes e educação física. Assim, reafirma definitivamente que a reforma do ensino médio atende ao objetivo de sucumbir o aprendizado crítico do estudante de escola pública.
Que reforma é essa que valoriza ações prejudiciais à qualidade do ensino? Almejaria realmente a melhora da educação pública? Como um governo impopular consegue aprovar todas as suas propostas? Como uma Medida Provisória reprovada por mais 94% da população pode ser aprovada?
Quem são os representantes do povo e por que não atendem a sua vontade?
Quem são os representantes do povo e por que não atendem a sua vontade?
A MP de Mendonça Filho passou no Senado
Encaminhem as propostas às respectivas Secretarias de Educação e de forma alguma recuem. Pressionem os governos estaduais até que eles abram o diálogo e estejam dispostos a conversar e elaborar um projeto de escola em parceria conosco. Agora é a hora de mostrarmos tudo o que vivemos nas ocupações. Depois de termos passado por noites de tensão, em decorrência da repressão e das ameaças feitas todos os dias, depois de noites sem dormir por estarmos preocupados com a segurança uns dos outros e por planejar a todo instante como a escola poderia se tornar um ambiente de convivência saudável, muitos aprendizados e descobertas ficaram evidenciados. Ficou mais do que comprovado que temos o direito e o dever de participar da elaboração e discussão de um novo sistema de ensino para o País.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Diretoria da Anpuh Acre - Bienio 2017-2018
PRESIDENTE – Sérgio Roberto Gomes de Souza;
VICE-PRESIDENTE – Hélio Moreira da Costa Júnior;
SECRETÁRIA-GERAL – Altaiza Liane Marinho;
1ª SECRETÁRIA – Janaira Fidélis Caetano;
2º SECRETÁRIO – José Dourado de Souza;
1ª TESOUREIRA – Liliane Nogueira Monteiro;
2º TESOUREIRO - Francisco Bento da Silva.
VICE-PRESIDENTE – Hélio Moreira da Costa Júnior;
SECRETÁRIA-GERAL – Altaiza Liane Marinho;
1ª SECRETÁRIA – Janaira Fidélis Caetano;
2º SECRETÁRIO – José Dourado de Souza;
1ª TESOUREIRA – Liliane Nogueira Monteiro;
2º TESOUREIRO - Francisco Bento da Silva.
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